LNL Além-Fronteiras: Barracas do Dondo

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Apesar das vias de acesso esburacadas que acabam por prolongar a habitual viagem de 3 horas para o Dondo, província do Kwanza Norte, ainda vale muito a pena comer aqui cacussos nas margens do Rio Kwanza. O preço normal do mufete com todos molhos é de 1.500 a 2.000 AKZ, acompanhado pela indispensável cerveja Eka, feita a uns poucos quilómetros destas barracas. Os cacussos são grandes, frescos e normalmente pescados no mesmo dia; o feijão é cozido por cima do carvão e o jindungo pica mesmo.

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Despite the pot-holed roads which end up increasing the normally 3-hour journey time to Dondo, Kwanza-Norte, eating tilapia on the banks of the Kwanza river is still worth it. A full mufete meal here will cost you about 1500 – 2000 AKZ; it’s best when washed down with the locally brewed Eka beer. In Dondo the freshly-caught tilapia seems bigger than usual; the palm-oil beans are cooked over coal and the jindungo (piri-piri) is definitely spicy.

O Dondo fica a cerca de 195 km de Luanda e é fácil lá chegar: vá pela Estada de Catete sempre em frente, passando por Viana, Catete, Calomboloca e Maria Teresa (cerca de 110 km) até surgirem as primeiras indicações para o Dondo. Depois siga-as.

As barracas ficam na principal artéria da cidade, nas margens do Rio Kwanza, e são um dos pontos mais frequentados do Dondo.

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It’s actually quite easy to get to Dondo. Follow Estada do Catete past Viana, Catete, Calomboloca and Maria Teresa (about 110 km); at this point you’ll begin to see the first signs to Dondo. Follow them.

The tilapia stalls are hard to miss, located off the main road into the city and on the banks of the Kwanza River. They’re one of the liveliest spots in town.

Simples e coloridas. Cada barraca tem a sua sinalização: Tia Fató, Dona São, Tia Lili, Mariazinha, etc.

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Simple and colorful. Each stall has its own sign: Tia Fató, Dona São, Tia Lili, Mariazinha, etc.

Dos melhores mufetes que já comemos em Angola. Vale pela fartura do peixe, pelo molho do peixe feito na hora (com tomate e cebola picados, azeite, vinagre e mais), pela banana cozida e/ou assada, pela relação preço-qualidade e pelo feijão de óleo de palma cozido em panelas por cima de carvão. Pedimos várias doses deste feijão.

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Up there with the best mufetes we’ve had in Angola. What makes it stand out, among several other factors, are the size and taste of the tilapias, the special vinaigrette that they make with finely-diced onions and tomatoes, the grilled and/or poached bananas, the price-quality ratio and of course those palm-oil beans cooked in metal pots on top of a glowing heap of coal. We ordered several doses. 

A nossa bebida de eleição aqui no Dondo é a cerveja Eka, fabricada localmente. Mas também pode optar por refrigerantes, sumos e água.

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Our drink of choice when in Dondo is Eka beer, brewed a few kilometers away. But you can also opt for soft drinks, juices and water.

O mufete completo varia de 1.500 a 2.000 AKZ, dependendo do tamanho do peixe. O nosso grupo de nove pessoas comeu cerca de 12 cacussos, várias doses de feijão de óleo de palma e banana cozida, consumiu generosas quantidades de Eka, Cuca e água; pagamos 2.400 AKZ por pessoa.

The complete mufete costs between 1,500 to 2,000 AKZ, depending on the size of the fish. Our nine-person group ate 12 tilapias, give or take, several orders of palm-oil beans and poached bananas, consumed generous quantities of Eka, Cuca and water; the bill came to about 2,400 AKZ per person.

  • Excelente mufete. Um dos melhores que já comemos em Angola;
  • As tias são simpáticas e rápidas a atender. Vá com uma boa disposição porque o mufete demora um pouco;
  • Estacionamento asfaltado, grátis e espaçoso.
  • Excellent mufete. Among the best we’ve had in Angola.
  • The stall owners – we call them ‘tias’ – aunts – are quite friendly and the service is quick. The mufete, however, takes awhile to make, so be patient.
  • Parking is free, plentiful and paved.
  • A culpa não é das tias da barraca, como é óbvio, mas o acesso à cidade do Dondo é, infelizmente, deplorável. Existem muitos buracos na EN230, que ao que sabemos já sofreu várias obras de reparo durante a última década. Vá com calma e sem pressa; após Calomboloca, os buracos aumentam de intensidade.
  • Existe apenas uma casa de banho portátil para o recinto inteiro das barracas, localizada na parte de fora do único restaurante no largo com paredes.
  • It’s not the stall owner’s fault, obviously, but the road to Dondo (EN230) is a pot-holed mess, especially after Calomboloca. What’s infuriating is that it’s already been repaired several times over the past decade. Watch your speed and watch the road; take some good music with you.
  • There’s only one bathroom (a portable toilet, to be precise) in the general vicinity of the stalls. It’s located next to the only restaurant with walls in the row of stalls.

Pelo mufete, pelo verde do Dondo e pela calma e tranquilidade que a vila e o Rio Kwanza transmitem. Ah, e para viajar de canoa no Kwanza até ao forte de Massangano e à Muxima, algo que ainda não conseguimos fazer durante as nossas viagens.

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For the mufete, for Dondo’s greenery and for the peace of mind and tranquility that comes from being on the banks of the massive Kwanza. Oh, and to travel the Kwanza from Dondo to Massangano by canoe, something we weren’t able to do on past trips.

Saiba mais sobre o Dondo no Roteiro do Rede Angola.

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