Restaurante Kook

In *****, Features, Fusion, Portuguese, Puxado / Upmarket $$$, Restaurants, Talatona by Luanda Nightlife2 Comments

 

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Crítica Patrocinada | Sponsored Review

Foi no Angola Wine Festival a primeira vez que ouvimos falar deste restaurante, que ainda estava em construção na época. Desde então até a nossa primeira ida, a expectativa foi crescendo: os nossos amigos falavam-nos do restaurante com ânsia e emoção, as mensagens na nossa página do Facebook descreviam uma cozinha sem igual em Luanda, e até a nossa inbox recebeu um ou dois emails onde recomendavam-nos o Kook com um indisfarçável entusiasmo. “É uma espécie de cozinha de autor com sushi”, diziam-nos.

As fotos esplêndidas que o próprio restaurante postava na sua página Facebook aguçavam o nosso apetite. Fizemos a reserva, pegamos no carro e fomos a Talatona. Uma vez, duas, quatro, cinco vezes. E sabemos que haveremos de lá voltar.

Não somos muito fãs de restaurantes localizados em parques empresariais. Tendo Luanda um clima confortável, gostamos de restaurantes que fazem uso do ar fresco, das características da cidade ou oferecem uma vista agradável. Por estas e outras razões, também não somos propriamente fãs de Talatona, preferindo o histórico centro de Luanda.

O Kook era precisamente num parque empresarial em Talatona.

Contudo, qualquer ténue hesitação ou preconceito que transportávamos foi imediatamente extinguido no momento em que entrámos pela porta do restaurante. Fomos prontamente atendidos pela recepcionista e depois pelo chefe de sala, o Pedro, que nos deixou logo à vontade. Indicou-nos a nossa mesa, entregou-nos os menus e perguntou logo o que queríamos beber. É difícil encontrar um atendimento deste calibre – e tão simples – em Luanda. Depois de uma rápida olhada no menu, reparámos que tínhamos a opção do menu de degustação, raro na nossa cidade. Foi a escolha unânime da mesa.

Nesse mesmo dia, resolvemos fazer um ‘live Instagram’  da nossa refeição para os nossos fãs nesta conhecida rede social. Abrimos a refeição com uma caipirinha e um mojito. Até aqui, tudo bem, nada de anormal.

O primeiro prato: Polvo com emulsão de ananás

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Emulsão? Sabores de ananás e polvo no mesmo prato, na mesma criação? Foi aqui onde começamos realmente a perceber que estávamos perante uma refeição fora do comum. E que maneira de iniciar uma refeição. Estava delicioso. O polvo, macio e tenro, seduzido levemente pela emulsão doce. Os novatos estranharam a presença de “espuma” no polvo; os mais experientes na mesa, já calejados na matéria, adoraram a justaposição.

Mais tarde, vimos o comentário na foto do polvo que postamos no Instagram, da nossa leitora caixadegis: “O que mais me impressionou neste prato foi a maciez do polvo. Perfeitamente no ponto!” Não tínhamos como não concordar.

O segundo prato: Creme de laranja e milho com lagosta

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Foi talvez a estrela da noite. Uma das sócias do LNL não gostava de lagosta antes de comer este prato; nesta noite, acabou até o último bocado deste suculento crustáceo. Começamos a degustar este prato com garfo e faca, mas na ânsia – uns chamariam de gula – de saborear o óptimo creme até a última gota, optamos pela colher. O toque subtil neste prato foi a adição do pão crocante e…pipoca, que ajudaram a dar uma textura totalmente diferente a um prato dominado pelo creme cítrico e o sabor da lagosta.

O terceiro prato: Pargo com camarão e puré de abóbora

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O autor deste texto não é um grande apreciador de abóbora. Porém, foi um prato muito bem concebido, onde a ternura do pargo, servido com uma fina camada de pão ralado, foi o principal ponto de referência desta criação.

O quarto prato: Pato assado com batata e aspargos

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Este prato foi uma surpresa total. Surpreender o cliente e desafiar os seus preconceitos culinários é algo que o Kook faz com frequência e com mestria. Quando esperava por algo convencional, eis que nos surge a peça de arte abaixo, onde a batata e o aspargos estão embutidos dentro do próprio pato. Algumas das pessoas que nos acompanhavam gostaram mais da apresentação do que do pato propriamente, mas primou pela ousadia.

O quinto prato: Pão de ló de mamão com gelado de manjericão

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Esta foi outra das estrelas da noite, uma sobremesa que eleva o Kook a outro patamar. Foi uma combinação de sabores que jamais experimentámos e o coroar perfeito de uma refeição soberba. Por instantes, ao saborearmos o gelado de manjericão com pedaços de mamão, tínhamos a vaga sensação de estar a comer uma salada Caprese…talvez por ser o prato que mais nos lembra o manjericão. Nunca antes tinhamos comido um gelado com este sabor, e muito menos acompanhado pela doçura do mamão.

Outras recomendações

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Se o menu de degustação é um dos prazeres do Kook, certamente não é o seu único. Uma das práticas que muito apreciamos neste restaurante é o facto deles trocarem o menu periodicamente. Que lufada de ar fresco. Em conversas com o Rui e o Pedro, os proprietários, bem como Pedro Rezende, o chef (sim, há três Pedros na estrutura do Kook, contando com o acima mencionado chefe de sala), é notória a paixão deles pela criatividade da sua cozinha e a necessidade de estar sempre a experimentar coisas novas. Seria, portanto, uma tortura os manter sob a prisão de um menu inalterável.

Quando voltámos ao Kook no pico do verão, em Fevereiro, o menu continha várias novidades. Desta vez, decidimos dispensar o menu de degustação e experimentar o menu “tradicional”, como o denomina o restaurante em jeito de gozo (as aspas são do mesmo). Apesar dos sabores serem familiares, as criações do Kook são tudo menos tradicionais.

As entradas

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Comecemos pelo “caldo verde com ‘xixarro’ fumado” (1.800Kz). De verde, só as couves; o caldo verde do Kook é de um branco cremoso acentuado pelo amarelo dourado da gordura do chouriço frito. O toque inesperado: a inclusão de peixe fumado (o restaurante tem um fumador na cozinha).

Para os apreciadores de sabores marítimos, a sopa de peixe com salsa e limão (1.900Kz) é outra verdadeira delícia. Tem o sabor intenso da cabeça de peixe com a qual é confeccionada e os bocados de peixe são servidos por cima de uma tosta de pão, rodeados pelas rodelas de limão que devem ter ido ao forno. Cada colherada desta sopa é como saborear uma cabeça de peixe em estado líquido. Como sempre, a apresentação é fantástica e invulgar – a sopa é servida numa chávena.

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A Lagosta na pedra de sal com “chips” de choco (2.700Kz) é outra das entradas preferidas da cozinha do Kook, mas pode até ser considerada uma refeição. A imagem fala por si.

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Os pratos principais

Para os carnívoros, a Manta de porco e feijoada de lulas (4.200Kz) é uma das opções mais salientes do menu e, apesar de ser famoso nos mais variados menus de cidades como Nova Iorque (onde é conhecido como pork belly) é um prato que não se encontra facilmente em Luanda. Pode ser algo pesado para algumas pessoas e sendo manta de porco, às vezes é difícil cortar e mastigar.

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Outra criação invulgar que muito apreciamos é o Polvo assado, milho, banana e maracujá (3.900kz), uma combinação de ingredientes que jamais provamos. Foram sensações únicas e novas para o nosso paladar.

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A fruta também é destacada numa das outras muito bem conseguidas criações do Kook, O Lombo de bacalhau, a manga e azeitona num gaspacho (4.600Kz). Estimulação visual, combinação fora do comum, sabor surpreendentemente bom…como se o tivéssemos comido toda uma vida.

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As sobremesas

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Disse-nos um dos nossos acompanhantes dos jantares no Kook que depois de provar o arroz doce deste restaurante já não consegue comer o dos outros. Exagero? Talvez. Mas o Arroz doce à moda do Kook (1.900Kz), servido com uma fina folha de ló e banhado de um delicioso creme de leite, é divinal.

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Não tão sedutor mas também muito bem concebido é o bolo de queijo e gelado de múcua (1.500Kz). Somos fãs ferrenhos de cheesecake e este é dos melhores que já provamos na cidade, mas as estrelas deste prato são realmente o gelado de múcua (é a primeira vez na vida que o comemos) e as bolachas caseiras que acompanham o cheesecake e o café no fim da refeição. Os gelados, incluindo o de múcua, são todos feitos no restaurante.

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O sushi

Dizem os fãs do restaurante que o sushi do Kook é dos melhores de Luanda. Reparamos nas diversas vezes que lá fomos que o sushi era um dos items mais solicitados; o atum, salmão, choco, e carapau são os peixes que aparecem com mais frequência no menu de sushi. Para os amantes desta iguaria japonesa, o Combinado de sushi e sashimi (20 ou 40 peças) por 5.000Kz ou 9.800Kz, consoante o número de peças, é a opção mais sensata.

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Outros detalhes

Quase todos os ingredientes que o Kook usa são de produção nacional. A maioria do peixe, com excepção do bacalhau e salmão, vem de águas nacionais, e as frutas tão frequentemente usadas nas delícias do menu da casa são da nossa terra.

Já a gerência é portuguesa, bem como o chefe de cozinha, mas reparamos que o resto da equipa do restaurante é angolana. Reparamos também que durante o almoço o chefe de cozinha limitava-se mais a dar instruções; a determinada altura fez uma pausa e ausentou-se mesmo da cozinha, e foram os cozinheiros angolanos a fazerem a nossa refeição. Isto para dizer que o trabalho de formação do restaurante é de salutar: estão a formar uma equipa de chefes nacionais muito bem capacitados.

É de salientar também que grande parte da contingente angolana do Kook foi formada numa das escolas de hotelaria de Luanda, também localizada em Talatona.

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O depois…

Cenário já recorrente: nós a sairmos do Kook, saciados, repletos, num Belas Business Park já deserto, felizes por existir um restaurante assim em Luanda, esquecendo-nos da estranheza inicial da localização do mesmo. E a contemplar a próxima ida…

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Update Jul 2014: Consulte aqui o mais novo menu do Kook | Have a look at Kook’s latest menu.

English Version

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The first time we heard about Restaurante Kook was at the Angola Wine Festival. At the time, it was still under construction. Since then and until our first visit to the place, the hype around it kept growing. Our friends spoke about it in glowing terms, the messages on our Facebook page spoke about a kitchen of which there was not match here in Luanda, and we even received an email or two in our inbox enthusiastically suggesting that we visit and review Kook. “It clearly has its own signature cuisine and even serves sushi!”, they told us.

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The splendid photos that the restaurant posted on its website certainly whet our appetite. We made a reservation, got in our car and made the trek to Talatona. We returned once, twice, thrice, five times. And we know we’ll be back. 

We’re not huge fans of the impersonality of restaurantes located in business parks. Luanda has a comfortable climate and we like restaurants that make use of fresh air, a decent view or one of Luanda’s other benign characteristics. For these and other reasons, as well as its distinct lack of a ‘neighborhood vibe’, Talatona isn’t exactly our favorite area of Luanda; we prefer the historical center.

As if by fate, Kook was located precisely in a business park in Talatona.

However, any slight trepidation or bias we might have felt towards the restaurant and its less than favorable location was immediately dissipated the minute we set foot through their front door. We were promptly greeted by a receptionist (these little things still surprise us in Luanda) and then by the maitre’d, Pedro, who immediately put us at ease. In one well-orchestrated swoop, he took us to our table, gave us our menus and asked us what we’d like to drink. “

“Caipirinhas and mojitos, please.”

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 It’s not easy to find this level  – and simplicity – of service in Luanda. After a quick glance at the menu, we noticed that they had a tasting menu, rare in this city of ours. It was a unanimous choice for the table.

We decided to live-Instagram our meal to our followers, who are always up for it. We got our drinks and had a sip (or three). They were good, but nothing extraordinary.

First course: Octopus with pineapple emulsion

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Wait…emulsion? Pineapple and octopus flavors in the same plate, in the same culinary creation? This is when we started to figure out that things wouldn’t be so ‘normal’ throughout our meal. What a way to start things off. It was delicious. The octopus was tender, perfectly cooked, and the sweet emulsion’s added flavor was seducing. The “rookies” among our group of friends found the foam strange; us, “seasoned stalwarts”, loved the combination.

Later  on that night, we saw a comment of the octopus photo that we posted on our Instagram by ‘caixadegis’, that captured the essence of what we ate: “What most impressed me on this plate was the tenderness of the octopus. Perfectly cooked!” We can only agree.

Second course: Lobster in orange and corn cream

This was probably the star of the evening. One of our founders didn’t even like lobster before she tasted this plate. But this night, she ate every single succulent piece of lobster in front of her. We started eating the dish with knife and fork, but in our hurry – some would call it glut – to devour that cream, we went for our spoons. The subtlety on this dish was the addition of crisp slice of toasted bread and…popcorn. Yes, popcorn. It adds a different dimension to the plate, giving it an extra texture that’s totally different to everything else on a plate dominated by the citrusy cream and the lobster.

Third course: White snapper with shrimp and pumpkin purée

This author is not a big fan of pumpkin. Nonetheless, the thought process behind the dish was much appreciated by all. The tender snapper, caked in a thin layer of toasted bread crumbs, was the standout here.

Fourth course: Roast duck with potatoes and asparagus

A total surprise. Challenging diners’ preconceived notions is something Kook has mastered, with distinction. While we were expecting a conventional roast duck dish, we were instead presented with the work of art below, in which the potatoes and the asparagus were baked into the duck itself. Some in our table appreciated the presentation more than the actual flavor, especially the duck’s, but the kitchen earned some points for their boldness.

Fifth course: Sponge cake with papaya basil ice cream

This was another stunner, a dessert that elevates Kook into another level. We’ve been to Kook enough to notice that desserts are one of the kitchen’s major strengths, and the ending of our tasting menu was superb – a combination of flavors that we had never experienced. For a split second, while we savored the basil ice cream alongside the small papaya chunks, we had the vague sensation of eating a caprese salad…perhaps because it’s a taste combination that most reminds us of basil. We’d never had basil ice cream before, much less accompanied by papaya’s sweet flavor and texture.

Other recommendations

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Although one of the great pleasures at Kook is their tasting menu, it’s by no means their only one. One of the practices we most appreciate at Kook is their willingness to regularly change their menu. What a breath of fresh air. The more we talked with Rui and Pedro, the owners, as well as Pedro Rezende, the chef (yes, there are three different Pedros at Kook, including the aforementioned maitre’d), the more we came to understand the unbridled passion they have for their kitchen’s creativity. Five minutes into a conversation with them and their need to experiment, and experiment constantly, becomes apparent. It’d be torture for them to be imprisoned by a static menu, which is the norm for many Luandan restaurants.

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When we returned to Kook at the height of summer, in February, we decided to forego the tasting menu and instead try their self-titled “tradtional” menu (the quotes are theirs). Although the ingredients and the flavors used are familiar, their creations are anything but.

The starters

Take, for instance, their Caldo verde com ‘xixarro’ fumado (caldo verde with smoked mackerel – $18). Caldo verde is a Portuguese staple and perhaps its most popular soup- the literal translation is ‘green broth’. The traditional dish looks exactly as its name implies.The only green in Kook’s interpretation however are the collard greens; Kook’s version is a creamy white accented by the dark yellow oil of the fried chorizos. The unexpected touch is the smoked mackerel – the fish is smoked in-house.

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For those who truly appreciate seafood, the Fish soup with parsley and lemon ($19) is another impressively executed dish. Angolans love to eat fish heads and that is exactly what the soup tastes like. Naturally, a fish head is used in the making of the soup, and its meaty bits are served on top of thin slice of toasted bread, alongside oven-roasted lemon slices and parsley. Each spoonful of this soup is like eating a fish head in liquid form. Maybe not the most appetizing of sentences, but for those who eat fish in its entirety, this soup is everything. As always, the presentation is fantastic and unusual – the soup is served in a sort coffee mug. 

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The Lobster served on a slab of rock salt with calamari chips ($27) is one of the kitchen’s favorite starters (and a dish they love to recommend), but perhaps it’s best described as an entrée. The image (see above in Portuguese version where it says ‘lagosta’) speaks for itself.

The entrées

For the unapologetic, proud carnivores, the Pork belly with calamari ‘feijoada’ ($42) is one of the highlights of the menu; unlike in New York and other food capitals of the world, pork belly is uncommon in Luanda. It might be a bit too heavy for some diners and at times it’s quite tough to cut and chew.

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Another unusual creation that we’ve taken quite a liking to is the Roasted octopus with corn, banana and passion fruit, a combination of textures, flavors and ingredients that was totally, excitingly new for us. Something that our tastebuds had never yet experience and couldn’t quite grasp at first.

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Fruit, commonly used at Kook, also features in another dish the kitchen is very proud of, the Cod fish loin with mango and olives in a gazpacho ($46). Visual stimulation, unusual combination of ingredients that work very well together, surprisingly familiar flavor…as if we’d eaten it our entire lives.

The desserts

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One of our dinner companions and frequent visitor to Kook’s told us that after eating the rice pudding here, he couldn’t be bothered to eat rice pudding elsewhere. Gross exaggeration? Perhaps. But the Rice pudding Kook’s way ($19), served with a sheet of sponge cake and bathed in a delicious sweet cream, is divine. 

Not quite as luscious but equally well conceived is the Cheesecake with múcua ice cream ($15); múcua is the baobab tree’s fruit. We’re huge fans of cheesecake and this one ranks among the best in the city, although admittedly the bar is quite low, but the true standouts here are the múcua ice cream, made in-house (this was the first time we tried it) and the homemade biscuits that not only come with the cheesecake but also with your coffee at the end of your meal.

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The sushi

The restaurant’s fans say the sushi at Kook is among the best in Luanda. On the numerous occasions that we went to Kook we noticed that it was always in high demand; tuna, octopus, and mackerel appear with the most frequency on the sushi menu. If you opt to have sushi for dinner, the Sushi and sashimi combo (20 or 40 pieces) for $50 or $98, depending on the number of pieces, is the most sensible option.


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Additional details

Almost all ingredients used in Kook’s kitchen are local. Most of the fish, with the exception of the cod fish and the salmon, comes from Angolan waters, and the fruits, liberally used in several dishes on the menu, are also locally sourced.

As is common in Luanda, the management and the head chef are Portuguese, but we noticed that the rest of the kitchen staff is Angolan. We also noticed that during lunch the head chef was at best indirectly involved in actual cooking; instead, he gave a few orders and and then stepped out of the kitchen entirely. It was his Angolan team that crafted our lunch. All of this to say that the work the restaurant is putting into skillfully training our future Angolan chefs is most welcome; who knows, perhaps one day they’ll go on to open restaurants of their own.

Also noteworthy: the majority of Kook’s Angolan staff were taught and graduated from one of Luanda’s very few hospitality schools, also located in Talatona.

The aftermath…

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A now recurring scenario: us almost stumbling out of Kook, content, full to the brim, glowing with satisfaction, into a now deserted Belas Business Park, glad to know that such a gastronomic experience exists in Luanda, completely forgetting about our initial aversion to restaurants located in business parks. And contemplating our return…

Kook Restaurante

Address | Endereço: Belas Business Park, Torre Moxico
Cuisine | Cozinha: Portuguesa e japonesa
Price | Preço: Puxado | Upmarket $$$
LNL Rating | Classificação LNL: * * * * *
Website: Kook on Facebook
Tel: +244 947 336 684
Payment: Multicaixa, Cash
Alcohol: Beer, wine, spirits, cocktails
Reservations accepted? | Aceitam-se Reservas? Yes, Sim.

Update Jul 2014Consulte aqui o mais novo menu do Kook Have a look at Kook’s latest menu.

Comments

  1. Verena

    Só estive no Kook uma vez, e infelizmente não pedi o menu de degustação, pelas fotos que vejo aqui devia ter pedido, tudo com um aspecto divinal.
    Quando chegamos o restaurante estava cheio e não tinhamos reserva, e ficamos uns minutos no bar a espera de mesa, não esperamos muito tempo, uns 15 minutos. Pedi uma caipirinha, e a rapariga que trabalha no bar, encheu demasiado o copo, e não havia guardanapos de papel.
    Optamos pelo sushi, combinado de 40 peças, gostamos do sushi, estava bom, o único senão foi que recebemos primeiro a travessa com o sashimi, e só depois, quando já tínhamos mesmo acabado o sashimi, é que chegou a travessa com os rolos de sushi, que também estavam muito bons.
    Só não gostei muito da sobremesa, creme brulee de banana ou de chocolate (já não me lembro muito bem ou era das duas coisas) com gelado de menta. Gostei do gelado, mas do creme brulee nem por isso, achei um bocado pesado.
    Mas gostei do restaurante, muito bonito, e o chefe de sala e empregados em geral, foram todos simpáticos.
    De certeza que vou outras vezes, para a próxima será o menu de degustação de certeza.

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